Turista - Centro de Provo

Continuando com a meta de verão de ser uma turista na minha própria cidade...

Na verdade, a meta era pra ser uma turista na minha cidade por apenas um dia, mas eu não posso deixar de apreciar a beleza da cidade, e de querer dividir tudo isso com vocês. É verdade, eu reclamo bastante, porque pra quem vem de São Paulo, às vezes é difícil morar numa cidade tão pequena - a.k.a. nada pra fazer. Mas que ela é linda, ah, isso é.

As fotos estão num estilinho meio escuro, meio gótico, porque é assim que eu vejo o centro da cidade. Prédios antigos, alguns velhos e abandonados, outros lindos e restaurados... Tudo isso convivendo dentre prédios de vidro e carros modernos numa maneira meio solitária. É como se o século 18 e o 21 estivessem passeando de mãos dadas, melhores amigos que não têm nada em comum.

Essas primeiras fotos são do centro de Provo, que também tem o status de histórico devido à arquitetura. Eu amo os predinhos e mercados de pulga que tem por ali, simplesmente pelo charminho deles. Também adoro passear por lá a noite e jantar nos restaurantes. Eu realmente não entendo como o pessoal se acaba nessas comidas enlatadas de restaurantes como Café Rio e AppleBees quando existem opções tão gostosas no centro. O meu predileto eh o Station 22, um restaurante super charmoso que serve um autêntico Philly Cheesesteak.






Essa é a biblioteca de Provo. Eu tenho uma coisa por bibliotecas. Como uma boa rata de livros, as bibliotecas para mim são uma instituição a parte, meio que uma segunda casa. Esta, em específico, é uma das minhas prediletas. É como se eu estivesse entrando num castelo gótico, cheio de mistérios a serem desvendados.
Uma nota cultural, essa biblioteca foi um dos primeiros prédios da Brigham Young University (onde eu estudo) no final do século 18 e começo do 19, quando a faculdade era ainda um "academy". O prédio ficou vazio por 20 anos e correu o risco de ser demolido, até que entidades resolveram restaurá-lo e torná-lo o lar da biblioteca de Provo em 2001. Foi necessários mais de 5 milhões de dólares para restaurar o prédio, e acho que valeu cada centavo. Se quiser saber mais, leia aqui em inglês.



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